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John Beez criou o protótipo de um crossfader com controle de tom, com isso os artistas que utilizam o toca-disco para fazer performance ganharam uma nova e poderosa ferramenta.

Eu como sócio-fundador da AIMEC (maior rede de escolas de Djs do Brasil), sei bem que o público em geral só fala e propaga idéias novas, por isso mesmo estamos lançando 3 novos cursos nesse semestre (Dj com Ableton Live, Dj com Hip-Hop e Vj).

Eu adoro novos “brinquedos” e tecnologias, mas nem por isso desmereço formatos antigos que foram e ainda são tão importantes para os Djs, um dos pontos importante para se analisar é que mesmo novos formatos de mídia e apresentação não acabaram com os antigos. O cinema não acabou com o teatro, a Tv não acabou com o rádio, bem como o vinil deve durar até mais que o cd.

Beez utiliza em seu protótipo chamado “Fretless Fader” um toca-disco da Vestax que tem controle de tom, junto com um mixer também da Vestax com um crossfader modificado que além de fazer fazer o movimento tradicional para a direita e esquerda (abrindo e fechando o som dos respectivos canais) ele também movimenta para cima e para baixo, esse novo movimento é ligado ao controle do tom do toca-disco que faz o serviço. Para complementar o set-up o som sai do mixer e é colocado em um Talk Box que transforma a música em uma espécie de vocoder. O Talk-box não tem um visual legal para ser levado para um palco mas o resultado sonoro é excelente.

Acredito que se você escutasse apenas o som e não visse o artista, ficaria difícil de saber como ele estava fazendo isso. A Vestax deve copiar essa tecnologia e aplicar em um novo mixer.

Qual inovação você acha que os toca-discos podem sofrer?